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6 de jun de 2015

NA FIFA
Pois não é que Lula está na Itália, terra da Máfia? Deve estar maquinando alguma coisa com o presidente da Federação Italiana de Futebol. Ele já viu que a Fifa é um bom negócio. O modus operandi é o mesmo da Petrobras e outros departamentos públicos e notórios. E, sabe cumé, a cadeira de presidente está vaga.

CADA VEZ MAIS PERTO...

Documento encontrado pela auditoria feita na Petrobras indica que no dia 31 de janeiro de 2006, Paulo Roberto Costa, o Paulinho daqueles bons tempos, esteve com Lula, no Palácio do Planalto para tratar da compra da refinaria de Pasadena, no Texas.

O prejuízo foi de U$ 792 milhões. Isso, em dinheiro brasileiro de hoje é  mais do que R$ 2 bilhões e 400 milhões. Dois bi e caqueradas só de prejuízo.

E, na próspera época, Dilma Vana era chefe da Casa Civil e presidente do Conselho de Administração da Casa do Petróleo que um dia já foi nosso.

Bota aí pelo menos 3% de salário de êxito em cima dessa montanha de dinheiro, e já se terá notícia de um consultor de bem com a vida. Consultor, lobista, operador, ou traficante de interesse, chamem do que quiserem; de qualquer maneira, o agente que encaminhou o negócio, se encheu de grana.

Mas, o bom mesmo dessa historinha manjada é que ela está avvicinando il capo di tutti i capi. O Cara já não tem mais por onde escapulir, por onde escafeder-se sem antes dizer quem é que mandou mesmo fazer a negociata que mostrou as vísceras da Petrobras.

Decerto, colocado contra a parede, há de dizer que naquele último dia de janeiro falou com o companheiro Paulinho, só para saber quando seriam suas férias, por tamanha estafa; ou para saber se iria chover na horta sabe-se lá de quem; ou ainda se tinha vaga no camarote VIP daquele próximo e promissor Carnaval de 2006.

E, em assim sendo, para que pior não seja, sabendo-se que Lula e Paulinho estiveram reunidos chega-se a algumas simples e inevitáveis conclusões:

1ª) - Lula que jura não ter nada com isso, era apenas o presidente da República quando a vigarice foi consumada;

2ª) - ele que sempre negou saber de qualquer coisa ligada à compra daquela sucata do Texas, precisa agora - mais do que nunca - voltar ao Palácio do Planalto em 2018. Do contrário fica sem direito ao desaforado cretino foro privilegiado;

3ª) - é que, agora mais do que nunca, Sergio Moro vai ter que se cuidar. Do contrário, acabará desvendando o segredo de Polichinelo do esquisito passamento Celso Daniel, numa audiência face a face com o saudoso prefeito petista de Santo André.